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Soluções para cooperativas de crédito

Associados, fornecedores e carteira rural monitorados em escala de sistema.

Dados verificáveis de risco socioambiental e climático por CPF, CNPJ, gleba e contrato, com evidência para a PRSAC, o novo GRSAC e a CMN 5.268.

Um especialista da ESGreen responde em até um dia útil para combinar o horário.

O que já vale e o que vem aí

  • CMN 4.945 Em vigor PRSAC aplicada a associados, fornecedores e operações
  • CMN 5.268 Em vigor Checagem PRODES e monitoramento remoto no crédito rural, em etapas por porte de imóvel
  • BCB 586 Publicada Novo GRSAC com tabelas quantitativas, em etapas por segmento prudencial
  • CMN 5.185 Em vigor Relato IFRS S1/S2 com asseguração razoável, quando aplicável
  • TSB Voluntária por enquanto; cooperativas de crédito previstas na segunda onda do Sistema MRV

Ver o mapa regulatório completo

instituições que usam a infraestrutura da ESGreen
60+
empresas avaliadas e monitoradas
100 mil+
fontes públicas, regulatórias e globais integradas
70+
camadas críticas de risco no Score ESGreen
12

Dados de set/2026. Fonte: base ESGreen.

O ambiente regulatório evoluiu. O monitoramento precisa evoluir junto.

A regulação cobra da cooperativa uma visão de risco que vai além do próprio balanço e alcança toda a cadeia de contrapartes: associados, fornecedores e as glebas financiadas.

Crédito rural
Quais operações da carteira podem gerar perda nos próximos 90 dias?
A cooperativa mede risco de crédito, de mercado e operacional. O impacto climático por contrato ainda aparece depois do evento.
Risco socioambiental e climático
Mudanças relevantes chegam tarde à avaliação.
E pesam ao mesmo tempo sobre Risco, Compliance e Crédito. Com a Resolução BCB 586, o relatório GRSAC passa a ter tabelas quantitativas, com aplicação escalonada por segmento prudencial.
Compliance e PLD
Riscos jurídicos, fiscais, socioambientais e reputacionais podem ficar fora do radar.
Uma consulta pontual não mostra o que mudou depois da aprovação do cadastro.
Cadastro, homologação e compras
Informações dispersas exigem trabalho manual.
Consolidar dados e priorizar ocorrências fornecedor por fornecedor sobrecarrega Cadastro, Homologação e Compras.
Diretoria e conselho
O problema não é apenas o clima mudar. É a perda chegar à carteira sem aviso.
O evento acontece no campo. O impacto aparece no balanço: provisão, capital e resultado.

Entre uma consulta e outra, surgem pontos cegos.

Do associado à gleba, com a mesma base de dados.

Seis rotinas que a infraestrutura ESGreen sustenta no dia a dia da cooperativa.

  • Conceder crédito com o risco da safra em curso.

    O analista vê o risco climático por gleba e por contrato antes da concessão e pode ajustar limite, garantia ou cobertura.

    Módulo: IRC-ESGreen

  • Checar impedimentos socioambientais do crédito rural.

    CAR, embargos ambientais, cadastro de empregadores do MTE e supressão de vegetação após 31/07/2019 (PRODES/INPE), por CPF, CNPJ e imóvel, com fonte e data de cada verificação.

    Módulo: Pré-análise ESGreen e Dados & API

  • Monitorar associados PJ, fornecedores e parceiros.

    Acompanhamento contínuo por CNPJ e CPF, com alertas organizados por tipo e por empresa e o Score ESGreen recalculado a cada fato novo.

    Módulo: Monitoramento ESGreen

  • Levar cenários financeiros ao comitê.

    Concentração climática por estado e cultura e três cenários de exposição em reais (favorável, base e severo) para discutir limite, cobertura e provisão.

    Módulo: IRC-ESGreen

  • Aplicar a PRSAC com evidência.

    Da política à evidência: a PRSAC aplicada a clientes, fornecedores e operações, com histórico de ocorrências e protocolos registrados com a contraparte.

    Módulo: Monitoramento ESGreen

  • Agir antes com o associado.

    Contato preventivo, orientação e acompanhamento das operações mais expostas, com espaço para seguro, assistência técnica, renegociação preventiva e linhas de crédito sustentável.

    Módulo: IRC-ESGreen

Monitoramento, relato e verificação na rotina da cooperativa

  1. Monitoramento

    Associados, fornecedores e glebas acompanhados continuamente. O IRC-ESGreen (Índice de Risco Climático) roda com dados climáticos atualizados diariamente.

  2. Relato

    Relato PRSAC e GRSAC com evidência, laudo por operação, painéis operacional e executivo e reporte regulatório, no formato que comitê, auditoria e regulador leem.

  3. Verificação

    Cada dado com fonte, data e versão. Rodadas do IRC datadas, metodologia versionada e protocolos registrados com a contraparte.

  4. Decisão

    Uma ação sugerida por operação: monitorar, exigir seguro, revisar limite, reforçar garantia, provisionar ou bloquear. A decisão continua com a cooperativa.

É a diferença entre dizer que se faz e conseguir demonstrar que se faz.

Módulos da plataforma para cooperativas

Uma plataforma em três camadas: dados, inteligência e aplicações. Cada resultado pode ser rastreado até a sua fonte.

  • IRC-ESGreen

    Índice de Risco Climático por gleba, contrato, associado e carteira, de 0 a 100 (quanto maior, maior o risco), com exposição em reais e ação sugerida.

  • Score ESGreen

    Risco ESG por CNPJ, de 0 a 1.000 (quanto maior, menor o risco), em 12 camadas e 5 dimensões, com Índice de Confiança.

  • Monitoramento ESGreen

    Associados PJ, fornecedores e parceiros acompanhados continuamente, com painel da carteira por central e por cooperativa, alertas e gestão de ocorrências.

  • Pessoa física

    Associados pessoa física, produtores rurais, sócios e administradores: pessoas expostas politicamente, sanções, processos, certidões e situação cadastral, com alertas por pessoa.

  • Central de Alertas

    Cada alerta tratado pela área certa da cooperativa, com responsável, prazo de tratativa, resposta da contraparte e parecer registrado.

  • Pré-análise ESGreen

    Relatório individual por CNPJ ou CPF para cadastro de associados, homologação de fornecedores e análise de crédito.

  • Homologação de fornecedores

    Fornecedores avaliados em um só fluxo, com as áreas definidas pelo risco de cada fornecimento e a decisão de cada área registrada.

  • Avaliação de Evidências ESGreen

    Maturidade ESG de fornecedores com 400+ critérios por porte e CNAE e validação documental com apoio de IA.

  • PRSAC e GRSAC

    Da política de responsabilidade social, ambiental e climática ao relatório GRSAC, proporcional ao porte e ao segmento da cooperativa.

  • Dados & API

    70+ fontes e um modelo de dados por CPF, CNPJ, gleba, contrato e carteira, com consulta do IRC no fluxo de originação.

Cada exigência mapeada para um dado, uma evidência e um relatório.

As normas que mais pesam sobre cooperativas de crédito, das que já valem às que estão a caminho. Quem cumpre a norma é a cooperativa; a ESGreen fornece dados, evidência e trilha.

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Normas para cooperativas de crédito: situação, o que exige e como a ESGreen apoia
NormaSituaçãoO que exigeComo a ESGreen apoia
Res. CMN 4.945/2021 (PRSAC) Em vigor

Política de responsabilidade social, ambiental e climática aprovada e aplicada por todas as instituições do SFN, cooperativas incluídas.

Da política à evidência: o monitoramento de associados, fornecedores e operações mostra como a PRSAC é aplicada, com histórico e protocolos.
Res. CMN 5.268/2025 (crédito rural, MCR seção 9) Em vigorEm etapas: checagem PRODES/INPE já exigida para imóveis acima de 4 módulos fiscais e a caminho para os demais. Monitoramento remoto de contratos acima de 300 ha já exigido

Verificação de supressão de vegetação após 31/07/2019 e monitoramento por sensoriamento remoto antes e durante o contrato, “documentado, auditável e avaliável pelo Banco Central”.

Checagens por CPF, CNPJ e imóvel, risco climático por gleba e registro de fonte, data e versão de cada verificação.
Res. BCB 586/2026 + IN BCB 772/2026 (novo GRSAC) PublicadaVigência em etapas. S1 e S2 fazem a primeira divulgação quantitativa, sobre uma data-base anterior a ela; S3 e S4 vêm na sequência

Relatório GRSAC com tabelas quantitativas. A minuta da CP 127/2025 previa exposições por setor, crédito agro por bioma e exposição a seca e a chuva intensa por região.

Classificação de contrapartes por CNAE, Score ESGreen por contraparte e IRC-ESGreen por gleba e região como insumos para as novas tabelas.
Res. CMN 4.943 e 4.944/2021 Em vigor

Risco social, ambiental e climático na estrutura de gerenciamento de riscos (4.943 para S1 a S4; 4.944 para o regime simplificado do S5).

Score ESGreen e IRC-ESGreen como insumos para apetite de risco, limites e testes de estresse.
Res. BCB 151/2021 (DRSAC) Em vigorRemessa semestral, em fevereiro e agosto

Avaliações de risco social, ambiental e climático de exposições e devedores enviadas ao Banco Central.

Sinalizações de risco por contraparte, com fonte e data, prontas para compor o documento.
Taxonomia Sustentável Brasileira (Decreto 12.705/2025) e Sistema MRV VoluntáriaPor enquanto. Cooperativas de crédito estão previstas na segunda onda do Sistema MRV, que caminha para a verificação obrigatória

Classificação de atividades por CNAE, indicadores de alinhamento e, depois, verificação por verificadores acreditados.

Preparado para o Sistema MRV da TSB: classificação por CNAE e evidência por operação.
Res. CMN 5.185/2024 (IFRS S1/S2), quando aplicável Em vigorJá obrigatório para instituições financeiras de capital aberto e líderes de conglomerado S1 e S2; S3 na sequência

Relatório de sustentabilidade (CBPS 01/02) com asseguração razoável por auditor independente.

Trilha de evidência pronta para asseguração razoável e insumos de risco físico para o IFRS S2.
Circular BCB 3.978/2020 (PLD/FT) Em vigor

Procedimentos para conhecer clientes, funcionários, parceiros e prestadores de serviços terceirizados.

Monitoramento contínuo de fornecedores e parceiros, com listas restritivas, sanções internacionais e notícias.

Os prazos são definidos pelos reguladores e podem mudar. As datas oficiais e as estimativas, com a data de revisão, estão no mapa regulatório.

Onde cada exigência está hoje

Os prazos podem mudar. A direção, não: toda exigência anda da construção à consulta, da publicação à vigência. E a evidência que ela vai pedir precisa de histórico.

Situação das normas para cooperativas de crédito
  1. Em construção

    Prevista em documento oficial, ainda sem data definida em norma.

    • TSB: Portal MRV e primeira onda (bancos S1 e S2, gestoras, fundos e companhias listadas) TSB
    • TSB: segunda onda, com cooperativas de crédito, seguradoras e previdência TSB
    • TSB: verificação obrigatória por verificadores acreditados TSB
  2. Proposta

    Em consulta ou com cronograma proposto. A direção já está dada.

    Nenhum marco nesta situação.

  3. Publicada

    Norma publicada. A exigência entra em etapas.

    • EUDR: due diligence de desmatamento zero para grandes e médios operadores EUDR
    • Novo GRSAC: tabelas quantitativas no relatório BCB 586
    • CMN 5.268: checagem PRODES para imóveis de até 4 módulos fiscais CMN 5.268
    • EUDR para micro e pequenos operadores EUDR
    • Novo GRSAC: primeira divulgação quantitativa, começando por S1 e S2 BCB 586
    • CMN 5.185: relato IFRS S1/S2 para instituições S3 CMN 5.185
  4. Em vigor

    Já se aplica. A evidência precisa estar em dia.

    • CMN 5.185: relato IFRS S1/S2 com asseguração razoável para instituições de capital aberto e líderes S1 e S2 CMN 5.185
    • CMN 5.268: checagem PRODES e monitoramento remoto no crédito rural CMN 5.268

Duas leituras da mesma carteira

Duas leituras da mesma carteira
Zoneamento oficial (ZARC)IRC-ESGreen
Estático, por município e por safra.Dinâmico, por gleba, recalculado a cada rodada.

O cruzamento com uma análise dinâmica pode revelar exposições que o zoneamento agregado não evidencia por operação. A comparação requer base metodológica, amostra e evidência estatística do recorte analisado.

Reconhecimento documentado, tecnologia presente em decisões reais

No capítulo 6, “Soluções Responsáveis”, do Relatório de Sustentabilidade Sicredi 2025, a ESGreen é citada como a plataforma utilizada para monitorar e avaliar o ESG de fornecedores.

“Hoje, contamos com uma plataforma customizável e ágil, que centraliza toda a análise da nossa cadeia de fornecimento, registra cada interação com fornecedores e gera um Score ESG comparável em minutos.”

Bruno Virtuoso, Gerente de Compras e Sourcing, Sicredi

Relatório de Sustentabilidade Sicredi 2025, cap. 6, p. 127 (GRI 2-6 | 3-3)

Ler o caso Sicredi

Validação em carteira real de crédito rural

  • 414 contratos
  • 1.023 glebas
  • 160 cidades no PR, SC e RS

Carteira de uma cooperativa de crédito do Sul do Brasil.

Alerta emitido

12 diasGeada de −1,6 °C prevista para 14/07 em Caxias do Sul, identificada com 12 dias de antecedência.

Piloto

94,3% da carteira analisada apresentou algum nível de exposição a eventos climáticos extremos nos dois anos anteriores. Piloto com mais de 1.000 áreas e propriedades na Região Sul.

Clientes que confiam na ESGreen

  • Sicredi
  • Ailos

Dados de set/2026.

Na esteira de crédito, no comitê e no reporte.

Via API, painel, laudo ou alerta. A diretoria vê a carteira. O gestor vê o contrato. O regulador vê a evidência.

  • Laudo por operaçãoanexável ao dossiê de crédito.
  • Painel operacionalranking, filtros e visão 360° do associado.
  • Painel executivotermômetro, mapa e cenários da carteira.
  • Alertaspor evento previsto e operação afetada.
  • APIconsulta do IRC no fluxo de originação.
  • Reporte regulatórioevidência para Banco Central, auditoria e IFRS S2.

Níveis de navegação

  1. Carteira
  2. Ranking
  3. Associado 360
  4. Laudo

Para centrais e sistemas, a plataforma pode operar com a identidade visual do sistema cooperativo (white label).

Segurança, privacidade e contratação de serviços de dados: Ver a página Confiança

ESGreen Educação

Conselhos, comitês e lideranças precisam demonstrar domínio do tema. A ESGreen Educação forma esses públicos com workshops imersivos (ESG Lab), trilhas com avaliação e certificado de conclusão (ESG 360) e conteúdos sob medida (On Demand). Na Sicredi Dexis, toda a camada gerencial passou pela formação antes de construir a própria matriz de materialidade.

Conhecer a ESGreen Educação

Perguntas frequentes

Respostas curtas para as dúvidas mais comuns.

Ainda tem dúvidas? Fale com especialista

Como a ESGreen apoia a cooperativa na Resolução CMN 5.268?

A seção 9 do MCR, atualizada pela CMN 5.268/2025, exige checagem de supressão de vegetação após 31/07/2019 pelo PRODES/INPE e, em contratos acima de 300 ha, monitoramento por sensoriamento remoto documentado e auditável. A ESGreen organiza essas verificações por CPF, CNPJ e imóvel e registra a fonte, a data e a versão de cada uma. A decisão de crédito e o cumprimento da norma continuam com a cooperativa.

O IRC-ESGreen substitui o ZARC?

Não. O ZARC é o zoneamento oficial, estático, por município e por safra. O IRC-ESGreen é dinâmico, calculado por gleba e recalculado a cada rodada. As duas leituras se complementam: o cruzamento pode revelar exposições que o zoneamento agregado não evidencia por operação.

Que dados a cooperativa precisa fornecer?

Para o Monitoramento ESGreen, a lista de CNPJs e CPFs a acompanhar. Para o IRC-ESGreen, a carteira ou uma amostra de operações, com a localização das glebas e os dados da operação: modalidade, garantias, cobertura e histórico. O escopo exato é definido na implantação.

A solução serve para cooperativas singulares, centrais e sistemas?

Sim. A proposta é dimensionada pela base monitorada (quantidade de CNPJs e CPFs), pelos usuários e perfis de acesso, pela vigência e pelas integrações. Isso permite começar por uma cooperativa, uma central ou um sistema.

Como a cooperativa se prepara para o Sistema MRV da Taxonomia Sustentável Brasileira?

O caderno do Sistema MRV da TSB prevê as cooperativas de crédito na segunda onda, depois dos bancos S1 e S2, e o caminho termina na verificação obrigatória por verificadores acreditados. A adesão é voluntária por enquanto, mas o histórico que a verificação vai pedir não se forma na véspera. A preparação passa por classificar operações por CNAE, manter evidência por operação e guardar histórico datado. A ESGreen fornece esses dados com fonte, data e versão.

O Score ESGreen ou o IRC-ESGreen são um rating de crédito?

Não. São avaliações baseadas em dados públicos, regulatórios e em modelos próprios. Não constituem rating de crédito, recomendação de investimento ou parecer jurídico e devem ser usados como insumo para decisões tomadas pela própria cooperativa.

Como avaliamos

Vamos conversar sobre os riscos da sua carteira?

Em uma conversa de 30 minutos, mostramos a infraestrutura aplicada à carteira rural, aos associados e às obrigações regulatórias da sua cooperativa.

  • Demonstração com casos de cooperativas de crédito
  • Pré-análise de CNPJs da sua base
  • Leitura de exposição climática da carteira

Ou escreva para contato@esgreen.com.br

Um especialista da ESGreen responde em até um dia útil para combinar o horário.

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